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domingo, 17 de maio de 2020

[FIlosofia] DAVID HUME E AS DÚVIDAS CÉTICAS A CERCA DO CONHECIMENTO - 3º ANO


David Hume (1711 - 1776)
A ORIGEM OU FONTE DO CONHECIMENTO
 Empirismo é uma teoria que defende que a mente humana, antes de nascer, não tem qualquer tipo de ideia, tal como uma página branca.
Segundo o empirismo, essa página branca vai ser depois preenchida com essas ideias que advém da nossa experiencia de vida, e que depois ficam na nossa consciência.

Considera que a experiencia é o ponto de partida e o limite do conhecimento.
Assim, antes do contacto sensorial com o objeto não há possibilidade de representação.
Se o conteúdo das ideias é obrigatoriedade a matéria sensível, então não existem ideias inatas.

Hume realizou uma investigação sobre a origem, possibilidade e limites do conhecimento.
Este autor pensa que a capacidade cognitiva da razão humana é limitada e que não existe nenhum fundamento objetivo para o conhecimento.

O empirismo de David Hume opõe-se ao racionalismo de Descartes. 
Segundo Hume, todo o conhecimento deriva da experiência.
Para este filósofo escocês, todas as nossas ideias têm origem nas impressões dos sentidos.

segunda-feira, 8 de abril de 2019

domingo, 23 de outubro de 2016

[Filosofia] RESUMO DO LIVRO DE PLATÃO: FÉDON, DA IMORTALIDADE DA ALMA

Este livro foi escrito por Platão. Porém, a história se passa com Sócrates (o mestre daquele). Sócrates tinha sido condenado à morte por envenenamento e, no dia da execução da pena, alguns amigos foram visitá-lo. O livro trata, basicamente, dessa conversa, onde Sócrates argumenta o motivo por estar tranquilo para a sua morte.
Como todos sabem, para Sócrates o corpo e a alma são coisas totalmente diferentes. O corpo é visto como algo impuro, enquanto a alma como algo sem mácula. O filósofo busca sofrer o mínimo de influência possível do corpo sobre sua alma (mente, intelecto). Busca-se neutralidade. Sócrates parte do pressuposto de que a morte é a separação entre corpo e alma. Assim, na morte o filósofo poderá encontrar-se com a verdade, sem sofrer a influência de seu corpo corrupto. A morte, por assim dizer, é o momento mais esperado na vida do filósofo (embora ele não apoie o suicídio). Mas como saber se depois da morte, a alma também não morre? Através do argumento do paradoxo, Sócrates aponta uma possibilidade.

sábado, 13 de agosto de 2016

[Filosofia] O BANQUETE (O AMOR, O BELO) - PLATÃO


"O Banquete (o amor, o belo)" é um livro de diálogos de Platão atribuído a ele mesmo e não a Sócrates, seu mestre. O pano de fundo são os sete discursos acerca do deus Eros, o deus do amor. Diz-se que depois de muitas festas, com bebidas em excesso, resolveram dar uma trégua à orgia e instituíram um encontro filosófico sobre o elogio ao deus Eros, sugerido por Erixímaco. Os oradores, em ordem de apresentação, foram: Fedro, Pausânias, Erixímaco, Aristófanes, Agaton, Sócrates e Alcibíades.

[Filosofia] A COMPLETUDE NÃO EXISTE - BETTY MILAN

“Lacan ensinou que o amor é o DESEJO impossível de  ser  um  quando há dois. Noutras palavras, é o desejo impossível da completude”. Quadro: Homem com a Cabeça Cheia de Nuvens (1936), de Salvador Dali.

Vira e mexe ouço alguém dizer: "Fulano (a) não me completa". Como se a completude existisse. Trata-se de um mito originário da Grécia que se perpetua no nosso imaginário. Segundo o mito, nos primórdios, a forma humana era uma esfera com quatro mãos, quatro pernas, duas cabeças e dois sexos. Os seres humanos se deslocavam para a frente e para trás e, ao correr, giravam sobre os oitos membros. Seu orgulho  e sua força eram tamanhos que, para enfraquecê-los, Zeus os cortou pela metade. Para os gregos, o corte deu origem ao amor, que junta as metades de dois seres faz um.
Num de seus seminários, Lacan retomou esse mito para ensinar que, na verdade, o amor é "o desejo impossível de ser um quando há dois". Noutras palavras, é o desejo impossível da completude, já que o desejo de um sujeito nunca coincide inteiramente com o do outro. A coincidência que o amante pode celebrar é a da crença na liberdade do amado. Uma crença que se expressa assim: "Faça o que você deseja porque o seu desejo é o meu". Com ela, a relação se renova continuamente e se perpetua, torna-se possível.
Isso significa que o egoísmo é incompatível com o amor e este requer uma educação especial. Que o próprio amor, aliás, oferece, porque ele torna os amantes inteligentes. A paixão cega, mas o sentimento amoroso ilumina. O amante não precisa perguntar ao amado o que este quer, pois quem ama sabe a resposta.
A letra de uma das nossas canções populares diz que não anda bem quem anda atrás de amor e paz. Só é assim, no entanto, quando é da paixão que se trata e a relação entre os amantes é de espelhamento; quando um não autoriza o outro a ser ele mesmo, a diferir.
Fala-se muito na aceitação da diferença, porém ela é rara. Implica uma generosidade que não é espontânea e precisa ser conquistada. Para tanto, qualquer via é boa. A da educação laica ou religiosa, de qualquer religião, como bem disse o Dalai-Lama, numa das suas conferências em Paris, insistindo na ideia de que para cada um a melhor religião é aquela na qual foi formado. Porque, em última instância, todas as religiões são contrárias ao egoísmo.


Betty Milan

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

[Filosofia] RESUMO DAS TEORIAS CONTRATUALISTAS - LOCKE, HOBBES E ROUSSEAU


Durante o período entre os séculos XVI ao XVIII surgiram correntes teóricas que visava refletir e tentar explicar como provavelmente se deu a criação do Estado, como a sociedade se comportava antes deste e quando os indivíduos sentiram a necessidade de sua criação. Os pensadores desta corrente filosófica tinham como base que o Estado havia sido criado por meio de um suposto contrato social. Entre os contratualistas mais famosos estão Thomas Hobbes, John Locke e Jean-Jacques Rousseau. Apesar de que todos os três acreditavam que o Estado havia se formado a partir de um contrato social, existem algumas divergências no pensamento de cada um em relação ao caminho tomado para a consolidação do pacto.

terça-feira, 13 de outubro de 2015

[Filosofia] A FILOSOFIA DE RENÉ DESCARTES


Encontraremos aqui uma síntese do pensamento de René Descartes

[Filosofia] RESUMO DO LIVRO DE RENÉ DESCARTES: DISCURSO DO MÉTODO

Livro "Discurso do método para bem conduzir a própria razão e procurar a verdade nas ciências" de René Descartes 
Cogito ergo sum. "Penso, logo existo". Tal proposição resume o espírito de René Descartes (1596-1650), sábio francês cujo Discurso do Método inaugurou a filosofia moderna. Em 1637, em uma época em que a força da razão tal qual a conhecemos era muito mais do que incipiente, e em que textos filosóficos eram escritos em latim, voltados apenas para os doutores, Descartes publicou Discurso do Método, redigido em língua vulgar, isto é, o francês. Ele defendia o "uso público" da razão e escreveu o ensaio pensando em uma audiência ampla. Queria que a razão - este privilégio único dos seres humanos - fosse exatamente isso, um privilégio de todos homens dotados de senso comum.

sábado, 10 de outubro de 2015

[Filosofia] FILOSOFIA E ARTE EXISTENCIALISTA

“É extraordinário o quanto podemos aprender sobre nós mesmos se olharmos para alguém com muita atenção, sem julgar” 
Os existencialistas não acreditam que os seres humanos possuem um caminho predefinido, mas sim, que este caminho é criado a partir da nossa caminhada existencial, por essa razão não podemos responder os porquês de tudo que acontece no mundo em que vivemos, justamente por não sabermos como racionalizar o mundo como percebemos. Neste ponto, inicia-se a angústia existencial justamente por não conseguirmos compreender e dar um sentido ao que acontece ao nosso redor, restando apenas a liberdade de existir.

sábado, 3 de outubro de 2015

[Filosofia] RENÉ DESCARTES (Filme: Descartes)

O diretor Roberto Rossellini extrai trechos inteiros de algumas das obras fundamentais do pensador René Descartes, como o Discurso do Método (1637) e as Meditações Metafísicas (1641), para compor as ações "dramáticas" do personagem.
São procedimentos teóricos de Descartes, cuja função seria fundar a autonomia do pensamento racional diante da fé. Vale dizer que, naquela época, toda démarche racionalista tinha de ser, também, uma negociação com a autoridade religiosa. 

Donde, nas Meditações, Descartes precisar, primeiro, ocupar-se das provas da existência de Deus, para apenas depois afirmar que o Cogito (a Razão) se sustenta por si só. "Eu sou, eu existo", deduz, pelo simples fato de pensar. A conclusão entrou para a história do conhecimento como a frase famosa "Penso, logo existo".

quinta-feira, 2 de julho de 2015

[Filosofia] QUESTÕES SOBRE JÜRGEN HABERMAS PARA TREINAR PARA A PROVA


Nesse post encontraremos algumas questões de ENEM e dos mais variados vestibulares para que vocês alunos possa treinar um pouco sobre o pensamento de JÜRGEN HABERMAS.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

[Filosofia] PRINCIPAIS PONTOS DO PENSAMENTO DE NICOLAU MAQUIAVEL

CONTEXTO


- A Europa na época da Idade Média estava totalmente desestruturada, enfrentava uma séria crise no século XV. A população estava sendo dizimada pela peste negra, trazida da Ásia; as cidades estavam submetidas a condições precárias; havia inúmeras revoltas camponesas; os pesos e medidas não eram unificados, o que desfavorecia a ação dos burgueses.

[Filosofia] RESUMO DO LIVRO DE NICOLAU MAQUIAVEL: O PRÍNCIPE


- Aos 29 anos de idade, Nicolau Maquiavel ingressou na vida política, exercendo o cargo de secretário da Segunda Chancelaria da República de Florença. Porém, com a restauração da família Médici ao poder, Maquiavel foi afastado da vida pública. Nesta época, passou a dedicar seu tempo e conhecimentos para a produção de obras de análise política e social.


- Em 1513, escreveu sua obra mais importante e famosa “O Príncipe”. Nesta obra, Maquiavel aconselha os governantes, em especial o Príncipe Lorenzo de Médici, como governar e manter o poder absoluto, mesmo que tenha que usar a força militar e fazer inimigos. Esta obra, que tentava resgatar o sentimento cívico do povo italiano, situava-se dentro do contexto do ideal de unificação italiana. 


- O livro "O Príncipe" foi escrito por Nicolau Maquiavel em 1513, cuja primeira edição foi publicada postumamente, em 1532.

- Trata-se de um dos tratados políticos mais importantes já escritos, e que tem papel crucial na construção do conceito de Estado como modernamente conhecemos. 
- Entre outras coisas, descreve as maneiras de conduzir-se nos negócios públicos internos e externos, e fundamentalmente, como conquistar e manter um principado

domingo, 23 de novembro de 2014

[FILOSOFIA] AS TRÊS FASES DA FILOSOFIA DE NIETZSCHE


Objetivo da filosofia de Nietzsche: realizar um diagnóstico fiel da situação do homem moderno. 

Homem moderno: confiante no deus Logos (= razão) e nos seus produtos: ciência e técnica; relativiza valores como justiça, bem, mal, virtude. 

A partir deste perfil do homem moderno Nietzsche propõe:
  1. compreender como este otimismo na razão, no progresso do conhecimento, à relativização dos valores.

  2. Criticar o otimismo da razão demonstrando os seus limites e denunciar as formas que o homem usa para fugir da visão dos perigos de sua condição.

  3. A partir da constatação da relativização dos valores propor outros valores

[FILOSOFIA] PERÍODOS DA HISTORIA DA FILOSOFIA


A História da Filosofia, como toda divisão cronológica, é uma opção arbitrária de quem estabelece os pontos de ruptura para justificar as separações entre um período e outro. É claro que esta "arbitrariedade" está sustentada em algum princípio que permite aproximações entre temas, características e proposições dos autores. Neste caso, as periodizações da História da Filosofia devem ser buscadas nos critérios de quem as fez, mais do que nas relações dos próprios filósofos, que ao escreverem e muitas vezes dialogando com textos de antepassados não estavam preocupados em pertencer a um período específico.

As caracterizações de um determinado período são úteis para uma sistematização didática, mas como toda caracterização, ao mesmo tempo em que dá identidade e especificidade ao período que está sendo caracterizado, também serve para simplificar e reduzir um determinado pensamento ao período em que ele surge. Falar de características do pensamento filosófico de uma época é uma forma de encobrimento das diversidades que existem, mas ao mesmo tempo, a procura por estas características nos auxiliam na identificação da abordagem filosófica.

Dialogando entre uma caracterização geral e as particularidades de cada filósofo, a periodização que fazemos a seguir parte de algumas das principais obras de História da Filosofia e se aproxima das divisões clássicas da própria História: antiga, medieval, moderna e contemporânea. São breves exposições e referências a alguns dos nomes que serão tratados nos volumes seguintes deste trabalho.

[FILOSOFIA] RESUMINDO ALGUNS FILÓSOFOS

O fato de o mar estar calmo na superfície não significa que algo não esteja acontecendo nas profundezas. (O Mundo de Sofia)

Nessa postagem faremos um resumo do pensamento de alguns do maiores filósofos de todos os tempos. 

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

(O Mundo de Sofia) Capitulo V - Demócrito



Atividade de filosofia (manuscrito)
É obrigatório copiar o enunciado das perguntas.
Projeto: O Mundo de Sofia
Capitulo IV - DEMÓCRITO

(O Mundo de Sofia) Capitulo VI - O Destino




Atividade de filosofia (manuscrito)

É obrigatório copiar o enunciado das perguntas.
Projeto: O Mundo de Sofia
Capitulo VI - O DESTINO
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