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sábado, 3 de outubro de 2015
[História] IRINEU EVANGELISTA DE SOUZA, O BARÃO DE MAUÁ (Filme: Mauá - O Imperador e o Rei)
Filme retrata a biografia de Mauá, responsável pela construção da primeira indústria brasileira
Mauá - O Imperador
e o Rei retrata a biografia de Irineu Evangelista de Souza, o Barão de Mauá,
personalidade da história brasileira que se destacou como empresário no Segundo
Império do país. Irineu construiu a primeira indústria brasileira, uma fundição
e estaleiro em Ponta de Areia, Niterói, no Rio de Janeiro.
Gaúcho, Mauá nasceu
na cidade de Arroio Grande e o início de sua vida não indicava um destino tão
brilhante. Ainda garoto, Irineu se tornou órfão, quando seu pai foi morto por
ladrões de gado. Dois anos depois, sua mãe decidiu se casar novamente com João
Jesus, que mandou o enteado para o Rio de Janeiro com Batista, seu tio.
No Rio, Irineu vai
trabalhar no armazém do português Pereira de Almeida, onde descobre sua aptidão
para os negócios. Torna-se funcionário de confiança e um cobrador impiedoso.
Seu talento é reconhecido pelo escocês Richard Carruthers, que o emprega em sua
firma de exportação e lhe dá as primeiras noções das teorias econômicas. No
entanto, Carruthers decide voltar a sua terra natal e deixa Irineu no comando.
Em uma viagem a Liverpool, Mauá se encanta com a potência das fábricas e decide
arriscar tudo para construir uma indústria no Brasil.
terça-feira, 3 de junho de 2014
PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA (15/11/1889)
- A despeito da intensa propaganda republicana, a ideia da mudança de regime político não ecoava no país.
- Em 1884, foram eleitos para a Câmara dos Deputados, apenas três republicanos, inclusive os futuros Presidentes da República Prudente de Morais e Campos Sales.
- Na legislatura seguinte, apenas um conseguiu ser eleito.
- Na última eleição parlamentar realizada no Império, a 31 de agosto de 1889, o Partido Republicano só elegeu dois Deputados.
- Percebendo que não conseguiriam realizar seu projeto político pelo voto, os republicanos optaram por concretizar suas ideias através de um golpe militar.
(HISTÓRIA) GOVERNO DEODORO DA FONSECA [1889-1891]
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| Marechal Deodoro da Fonseca, primeiro presidente do Brasil. |
O Governo Deodoro foi marcado pelo esforço da implantação de um regime republicano e por grande instabilidade política e econômica, devido as tentativas de centralização do poder e oposição por parte de outros setores das Forças Armadas. A crise teve seu ápice no fechamento do Congresso Nacional do Brasil, o que mais tarde acabou levando à renúncia de Deodoro da Fonseca.
quinta-feira, 22 de maio de 2014
(HISTÓRIA) APOGEU E DESAGREGAÇÃO DO SISTEMA COLONIAL
- A mineração no Brasil iniciou-se no século XVIII. No geral ela caracterizou-se pela mobilidade social, fortalecimento do mercado consumidor interno e por ideias e emancipação politica do domínio português
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
(HISTÓRIA) REPÚBLICA POPULISTA [1946-1964]
Esse é um "resumão" com os fatos mais marcantes de todos os governos que ocorreram durante o período da nossa História que é comumente chamado de "República Populista". Esse período corresponde aos governos que sucederam o Estado Novo de Getúlio Vargas e antecederam a o golpe de 1964 e a ditadura militar.
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
(HISTÓRIA) O GOVERNO ERNESTO GEISEL [1974-1979]
- Em 1974 assume a presidência o general Ernesto Geisel
- Geisel tomou posse sob a promessa do retorno ‘a democracia de forma “lenta, gradual e segura”.
- Começa assim um lento processo de transição rumo à democracia.
- O novo governo enfrentou a decadência do “milagre econômico”, expressada pela inflação, pelo aumento da dívida externa e pelos salários baixos.
- A crise do petróleo e a recessão mundial interferem na economia brasileira, no momento em que os créditos e empréstimos internacionais diminuem.
- Assim sendo, Geisel teve que lidar com a insatisfação popular e com as altas taxas.
- Geisel tentou a expansão econômica e os grandes projetos de construção da hidrelétrica de Itaipu, do Proálcool e assinatura do acordo para a construção de usinas nucleares no Brasil.
(HISTÓRIA) O GOVERNO EMÍLIO GARRASTAZU MÉDICI [1969-1974]
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| Presidente Emílio Garrastazu Médici |
- Em 1969, a Junta Militar escolhe o novo presidente: o general Emílio Garrastazu Médici.
- Seu governo é considerado como o período mais repressivo de todo regime militar e ficou conhecido como “anos de chumbo”.
- O AI-5 continuava em vigor.
- A repressão à luta armada cresce e uma severa política de censura é colocada em execução.
- Jornais, revistas, livros, peças de teatro, filmes, músicas e outras formas de expressão artística são censuradas. Muitos professores, políticos, músicos, artistas e escritores são investigados, presos, torturados ou exilados do país.
- O DOI-CODI (Destacamento de Operações e Informações e ao Centro de Operações de Defesa Interna) atua como centro de investigação e repressão do governo militar.
- A tortura e repressão atingiram os extremos.
- O pretexto foi a intensificação da luta armada de grupos de esquerda contra o regime militar.
- Ganha força no campo a guerrilha rural, principalmente no Araguaia.
- A guerrilha do Araguaia é fortemente reprimida pelas forças militares.
sábado, 19 de outubro de 2013
(HISTÓRIA) O GOVERNO JOÃO GOULART [1961-1964]
- No começo da década de 60, o país atravessava uma profunda agitação política.
- Com a renúncia de Jânio, a cadeira de presidente estava vaga e quem iria assumir a presidência seria o seu vice, João Goulart (Jango), um homem de convicções esquerdistas para a então política brasileira.
- O problema é que quando Jânio renunciou, Jango estava em visita oficial a China Popular comunista e era considerado pelos grupos reacionários um simpatizante do comunismo.
- O problema é que quando Jânio renunciou, Jango estava em visita oficial a China Popular comunista e era considerado pelos grupos reacionários um simpatizante do comunismo.
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
(HISTÓRIA) DITADURA MILITAR [1964-1985]
Pelo período de duas décadas, mais especificamente entre 1964-1985, o Brasil deixou de ter eleições diretas e passou a ter presidentes militares que governaram o nosso país de forma autoritária, por meio de atos institucionais, decretos-leis, atos complementares e emendas constitucionais. Nesse periodo congresso Nacional nem sempre era consultado, e ao Alto Comando Militar cabia a escolha do novo candidato militar à Presidência da República. A liberdade de expressão e de organização quase não existia. Os sindicatos, agremiações e partidos políticos foram extintos.
terça-feira, 15 de outubro de 2013
(HISTÓRIA) O GOVERNO JÂNIO QUADROS [1961]
- Jânio herdara de JK uma inflação desastrosa e afirmava em sua campanha presidencial que acabaria com ela e com a corrupção.
- Seu símbolo de campanha foi a "vassourinha" que segundo Jânio, se eleito, varreria a corrupção da administração pública.
- O vice-presidente eleito foi novamente João Goulart.
(HISTÓRIA) O GOVERNO JUSCELINO KUBITSCHEK [1956-1961]
- Também chamado de presidente "bossa nova", o carismático e político habilidoso Juscelino Kubitschek, o JK, notabilizou-se pelo empreendedorismo e na construção de um Brasil moderno como marca da sua administração.
- Os principais fatos deste governo foram:
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
(HISTÓRIA) GOVERNOS CAFÉ FILHO/CARLOS LUZ/NEREU RAMOS [1954-1955]: GOLPES E CONTRAGOLPES
(HISTÓRIA) A VOLTA DO GOVERNO GETÚLIO VARGAS [1951-1954]
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| Presidente Getúlio Vargas |
- Em 1950, Vargas sai como candidato a presidência pelo PTB, disputando o cargo com Eduardo Gomes (UDN), Cristiano Machado (PSD) e João Mangabeira (PSB).
- Na campanha para presidente, utilizando seus atributos populistas Gegê, como era carinhosamente chamado, Getúlio Vargas consegue se eleger e voltar ao poder democraticamente, "nos braços do povo".
(HISTÓRIA) O GOVERNO EURICO DUTRA [1946-1951]
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
(História) - Revolta dos Alfaiates (Conjuração Baiana) - 1798
- A Conjuração Baiana, também denominada como Revolta dos Alfaiates ou Revolta
dos Búzios, foi um movimento de caráter emancipacionista, ou seja, deseja a
completa independência em relação a Portugal, acabar com a escravidão e criar
uma nova ordem social.
- Se a Inconfidência Mineira destaca-se pelo pioneirismo - o primeiro movimento
republicano em nossa história -, a Conjuração Baiana apresenta o componente
popular, que irá direcioná-la de forma mais ampla e radical: a abolição da
escravidão.
- Ela foi o movimento de independência mais radical do Brasil
Colonia, mas nem por isso tem o merecido destaque em nossa histografia.
(História) - A Inconfidência Mineira (Conjuração Mineira) – 1789
- Ouve na segunda metade do século XVIII uma significativa queda na produção de ouro na colônia, o que veio a dificultar o pagamento dos pesados tributos que a Metrópole impusera à Colônia.
- Devido a isso a Capitania das Minas não conseguia arcar com o pagamento de tais tributos.
- Portugal passou a julgar que os mineiros estariam sonegando os impostos devidos.
terça-feira, 8 de outubro de 2013
(História) Governo Costa e Silva [1967 – 1969]
- Início de 1967: Foi escolhido como novo presidente do Brasil o marechal Artur da Costa e Silva; e como vice-presidente foi escolhido o civil Pedro Aleixo.
- Foi criado um novo ministério. Dentre esses novos ministros, destacava-se o ministro da Fazenda Antônio Delfim Netto, que deu continuidade à política econômica do governo anterior.
(História) GOVERNO CASTELO BRANCO [1964-1967]
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| O governo de Castello Branco (dir.) garantiu a consolidação do regime militar.* |
- Os militares alegavam que era necessário que eles tomassem o poder para evitar que o “perigo comunista” acabasse com o atual sistema democrático capitalista.
- O golpe aplicado pelos militares recebeu apoio amplo das elites e das camadas mais conservadoras da sociedade que eram contrarias ao modelo de governo de centro-esquerda aplicado por João Goulart.
- Os militares afirmavam que assim que o “perigo comunista” fosse totalmente dizimado o poder seria devolvido aos civis por meio de eleições democráticas.
- Até a posse do novo presidente o Brasil foi governado por uma Junta militar.
- A Junta Militar decretou o Ato Institucional nº 1 (AI-1)
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
(História) Ditadura no Brasil - O Golpe Militar de 1964 [Vídeo]
Pelo período de duas décadas, mais especificamente entre 1964-1985, o Brasil deixou de ter eleições diretas e passou a ter presidentes militares que governaram o nosso país de forma autoritária, por meio de atos institucionais, decretos-leis, atos complementares e emendas constitucionais. Nesse periodo congresso Nacional nem sempre era consultado, e ao Alto Comando Militar cabia a escolha do novo candidato militar à Presidência da República. A liberdade de expressão e de organização quase não existia. Os sindicatos, agremiações e partidos políticos foram extintos.
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